RFID

São sistemas indicados para a proteção e acompanhamento de ativos móveis (incluindo pessoas, equipamentos e veículos) dentro de uma organização, viabilizando o controle apurado dos mesmos, o levantamento de inventário e despacho.

A solução deve ser projetada de acordo com cada aplicação, incluindo a seleção adequada dos seguintes componentes:

  • Leitoras
  • Antenas
  • Tags
  • Middleware

Leitoras

As leitoras de RFID podem ser consideradas como o “cérebro” da comunicação com as tags da solução.

Para poder desempenhar esta função, as leitoras possuem processadores e firmware especializados, que são capazes de realizar todas as operações necessárias para comunicação com as tags, através das antenas.

Algumas leitoras são capazes de controlar dezenas de leitoras, podendo monitorar centenas de tags simultaneamente.

Além disto, as leitoras frequentemente possuem entradas e saídas auxiliares, sendo capazes, por exemplo, de realizar o acionamento de um relé ou o monitoramento de um sensor simples.

Evidentemente, para que as leitoras realizam estas atividades, é preciso que sua seleção, instalação, manutenção e integração sejam feitas por profissionais capacitados.

É importante lembrar que existem leitoras fixas, móveis e portáteis.

 

Antenas

Para realizar a comunicação em radiofrequência, as leitoras precisam de antenas específicas.

Existem diversos modelos, sendo que alguns tipos são mais direcionais que outros — isto é, algumas antenas são mais “direcionais” (leem as tags que estão à sua frente), enquanto que outras são “omni-direcionais” (realizando leituras praticamente a 360 graus).

Em alguns casos, a antena é conjugada com a leitora, em um único componente, diminuindo o custo com equipamentos, infraestrutura e manutenção.

 

Tags

O item que permite a identificação única de cada pessoa, objeto ou veículo em um sistema RFID é a tag, ou “etiqueta”.

Existe uma infinidade de tipos e formatos de tags, com características adequadas para cada tipo de aplicação e uso. Por exemplo: existem tags para veículos, para materiais metálicos, para papel, etc.

As tags podem ser passivas (sem bateria interna) ou ativas (com bateria própria).

Antes de selecionar um tipo de tag, é necessário analisar o objetivo de sua aplicação, as condições de funcionamento desejadas, o tipo de aplicação que será adotado, e a vida útil prevista.

Um ponto muito importante, na análise de custo da tag, é a quantidade: lotes maiores podem fazer com que um projeto seja atendido diretamente pela fábrica, com redução significativa do custo unitário!

 

Middleware

Leitoras, antenas e tags, quando combinados, geram notificações com o número da tag, a antena na qual ela foi lida, e a data e hora na qual isto aconteceu.

Mas, para o usuário do sistema, essas informações dizem pouco, se não forem correlacionadas com dados de outros sistemas.

É aí que entra o middleware: é o componente responsável, na solução RFID, por integrar as leituras de tags com os dados de outros sistemas (como ERP, WMS, sistema de controle de acesso físico, etc.) para a geração de alertas, relatórios e, principalmente, inteligência.

 

 

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